1 de novembro de 2007

Dyes



Manuel Librodo

1 comentário:

Ch disse...

Caríssima Isabel;
As suas postagens continuam encantando. Estão cada vez melhores.
Principalmente as que são envolvidas por um silêncio solene [as sem texto], onde cabe a nós decifrá-las e viajar com a imaginação.
Esta das caixinhas coloridas me traz um cheiro do Oriente, de especiarias, de coisas místicas. Também me faz pensar naqueles pátios onde se acumulam tanques para tingimento de tecidos [novamente uma presença oriental de rara beleza].
Aprecio este seu cuidado com cada detalhe, cada cor, cada palavra. A tradução de Albano ficou divina. E o seu resgate da obra de Winslow Homer é mais do que bem vindo.
Bravo, Isabel! Bravo!
Abraços do
Carlos