17 de novembro de 2006

Nesta curva tão terna e lancinante

Nesta curva tão terna e lancinante
que vai ser que já é o teu desaparecimento
digo-te adeus
e como um adolescente
tropeço de ternura
por ti.

Alexandre O´Neill

2 comentários:

marta r disse...

Foi bom tropeçar na ternura deste poema.

Anónimo disse...

o poema fala sobre o que?