7 de novembro de 2006

(Tirem-me tudo)

Tirem-me tudo,
As vestes que me cobrem
E a capa translúcida da minha alma pura.

Tirem-me da frente tudo,
Mas deixem ficar o copo
Onde recordo a beleza do teu olhar magnífico
E sorvo o veneno do meu corpo.

Alberto Estima de Oliveira

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