27 de setembro de 2006

Sophia

Da lusitana antiga fidalguia
um dizer claro e justo e franco
uma concreta e certa geometria
uma estética do branco
debruado de azul.

Sua escrita é de nau e singradura
e há nela o mar o mapa a maravilha.

Sophia lê-se como quem procura
a ilha sempre mais ao sul.

Manuel Alegre

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